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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

CUFA Impertriz - MA participa do 1º Encontro Estadual CUFA-MA, que ocorreu dia 24 de Janeiro de 2010.



O 1º Encontro Estadual CUFA – MA, foi relizado no Palácio Henrique de La Rocque Na capital Maranhense, São Luís.

Este encontro contou com a participação de Preto Zezé (Articulador da CUFA no Brasil), Charles Adaga (Coordenador CUFA-MA), de Jornalistas da TV MIRANTE Maranhão e de representantes de diversos orgãos do poder púplico do estado.

A cidade de Imperatriz esteve representada por Denis Marinho (Profeta), Coordenador Garal da CUFA em impertriz.

Na foto acima, estão representes de várias cidade do Maranhão como: Imperatriz, Caxias, Balsas, Raposa, São Luís e etc.

Agora a cidade de Impertriz-MA será beneficiada com vários projetos da CUFA, pois temos o dever de dar o melhor para a nossa cidade, vamos trabalhar incessantemente pelas causas sociais, esportivas e culturais. Também não mediremos esfórços para trazer projetos de inclusão digital e audiovisual.

Nossa "IMPEROZA" merece.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

CUFA MA realiza Encontro Estadual

A Capital maranhense será sede do I Encontro Estadual da CUFA-MA que acontece no dia 24 de janeiro, no auditório do Palácio Henrique de La Roque. Representantes de 16 municípios maranhenses que possuem bases da CUFA participam do encontro.

O objetivo do Encontro é promover o intercâmbio entre as bases da CUFA no interior do Estado e alinhar a linguagem e ações da entidade, visando fortalecer o contato e parcerias com empresários e representantes do poder público.

Durante o Encontro, os representantes das bases da CUFA no Maranhão participam da elaboração do planejamento estratégico para as ações estaduais em conjunto, com objetivos e metas para o ano de 2010, que abrangerá assuntos diversos concernentes à realidade vivida em cada município. Ainda na pauta do evento, também será discutido assuntos da Rede Nacional da CUFA, como por exemplo: comunicação, esporte (globetrotter, liibra, viradão), Cine CUFA, entre outros.

Além do articulador Nacional da CUFA Brasil, Preto Zezé, também estarão presentes no Encontro o secretário Estadual de Segurança Pública, Raimundo Cutrim, o empresário e superintendente de Relações Comunitárias, Paulo Pires, o deputado Federal Washington Luis, e o secretário de Esporte, Roberto Costa e um representante da afiliada da Rede Globo local.

Participam do I Encontro Estadual da CUFA MA, representantes de: São Luís, Balsas, Imperatriz, Chapadinha, Timón, Codó, Vargem Grande, Itapecuru, São Bento, Açailândia, Gov. Nunes Freire, Urbano Santos, Cantanhede, Miranda do Norte, São Mateus e Caxias, Coroatá.


MV Bill "Verbaliza" sobre temáticas contemporâneas já em 2010.

A campanha “Verbalize” desenvolvida pelo rapper, escritor e cineasta MV Bill, teve foco no “tráfico de informação” por meio de tecnologia popular.

O ativista sócio-musical aborda temas contemporâneos, em vídeos para celular, já disponíveis em todo território nacional.

Na estréia MV Bill Verbaliza sobre violência, drogas, gravidez, sexo e política.

Para isso a WTN (Web Television Network) desenvolveu diversos caminhos.

Participe!


Envie MVBILL para 49955 e receba os vídeos em seu celular.

Se você é cliente Claro, siga o link direto:

http://www.claroideias.com.br/portal/site/CIdeias/menuitem.7df34df2cc1d8a7933d1593b22dc10a0/&idlocal=50

Ou clike www.claroideias.com.br / Claro Videos / Videos Download

Escolha o modelo do seu celular Claro. Na Categoria Comportamento escolha seu tema favorito e baixe conteúdos MV Bill.

Você pode baixar vídeos pelas operadoras BrasilTelecom, Vivo e Tim, por meio dos sites: www.plugo.com.br e www.wtn.com.br

Participe! Mande suas sugestões para novos Verbalizes através dos canais MV Bill.

· Site oficial (www.mvbill.com.br)

· Myspace (www.myspace.com/mvbill)

· Blog (www.mvbill.blogspot.com)

CELSO ATHAYDE FALA AO RADAR URBANO SOBRE HAITI

Celso Athayde fala ao Radar Urbano sobre a tragédia, leia abaixo:

Hoje o Mundo olha com outros olhos para o Haiti, mas os problemas do Haiti são muito mais profundos do que esses problemas impostos pelas conseqüências do terremoto.

http://www.afamiliarap.com.br/acasa/images/stories/familia/fotos/2009/marco/1.jpg

Muitos países, cidades, estados se reergueram após tragédias como essas , mas no Haiti é diferente, esse país já estava devastado por todas as mazelas possível . Então o desafio para quem deseja ajudar , o desafio para quem vive no país vai muito além.

Algumas pessoas hoje começam a pensar melhor sobre suas posições a respeito das forças de paz no Haiti, não falo do exercito, falo de ajuda humanitária, de gente fardadas ou não que oferecem suas vidas ao perigo para salvar vidas humanas . Imaginem esse país sem essa intervenção, seria um extermínio, e nós acusaríamos a ONU de só não intervir por ser um país de negros “ , mas independente disso, o fato é que só quem conhece o Haiti , só quem foi ao Haiti, só quem viu e falou com as pessoas do Haiti podem sentir o tamanho do problema e a dimensão do caos , no mais , deus vai perdoar esses moços e moças pois eles não sabem o que estão falando. o mundo está de luto, inclusive pelas mortes dos brasileiros que estavam semeando a paz . .

Vou contar um pouco do que eu vi, não do que eu imagino.

Celso Athayde - CUFA BRASIL

Fonte: http://radarurbano.com.br/?p=2624

CUFA e Nike americana promovem evento no Aterro do Flamengo - RJ

Por Cristiana Richard
Fotos: Luciano

O evento Nike Elementos 2010 aconteceu dia 9 de janeiro, a partir das 14h, no Aterro do Flamengo, sob um dia típico carioca de muito calor e sol escaldante. Promovido pela Nike americana e a marca Jordan, organizado junto à CUFA, o evento, só para convidados, contou com a participação de 15 ONGs, entre elas: Nós do morro, Gol de Letra e Observatório das Favelas, além da CUFA.
Juntando os elementos da cultura de rua como: basquete de rua, skate, break, graffiti e muita animação com DJs e MCs de quadra, o evento contou com muita animação do Akira que não deixou a peteca cair e interagiu com o público o tempo todo.


Chuteiras novas pra garotada

Todos os alunos das ONGs que jogaram o campeonato de futsal ganharam uma chuteira da Nike. O time "149" formado por um grupo de amigos foi o vencedor do campeonato de futebol de rua. Crianças do Complexo do Alemão e Cidade de Deus, da CUFA, também participaram do evento e estavam muito feliz em participar, jogar futsal e ganhar chuteiras novas. O MC de quadra Carlão, direto de São Paulo e do Reis da Rua, animou a quadra do futebol.
Na quadra do basquete, também direto de Madureira, templo do basquete de rua , os astros dos Reis da Rua, os atletas brasileiros, deram mais uma vez um show em quadra. Mesmo cansados, os Reis da Rua não perderam a majestade e assim como em Madureira, foram os vencedores com a equipe "Brasil Um". Pra animar mais a festa, houve uma disputa de enterradas entre Leandro e Carlão, que acabou empatada.


Reis da Rua de preto rumo a mais uma vitória


Meninos do futsal em campo


Leandro na enterrada

Os Djs Babão, LP, Bobbito e Soneca se revezaram nas picapes não deixando ninguém parado nas pistas, onde também rolava: muita dança com a galera do break e muita manobra dos skatistas. Os grafiteiros, comandados por Marcelo Ment, davam um toque colorido a festa, onde pintaram dois grandes painéis com cores vibrantes e alegres.


DJ Bobbito em ação


B. boy mostrando sua habilidade


Gringo em mais uma manobra de skate


Grafiteiro em ação


Grande painel colorido de graffiti

E para fechar o evento, um convidado especial, o rapper americano Talib Kweli fez um show ao vivo no palco principal com participão especial do funkeiro carioca Mr. Catra, onde rolou muita animação com os convidados dançando como se não houvesse amanhã.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

“Não querem deixar o Hip Hop crescer”

Por: DJ Raffa

Não querem deixar o Hip Hop crescer!

Alguns dias atrás recebi um e-mail de uma pessoa que nem conheço mais que estava revoltada com o rap nacional e seus principais representantes. Entre duas palavras que escrevia uma era de xingamento. A revolta era tão grande que ninguém escapou de sua língua afiada e todos eram vendidos e mercenários. Lendo o e-mail eu disse pra mim mesmo como estamos ainda longe de fazer entender alguns... como posso dizer adeptos e seguidores do Hip Hop que a revolução não se faz só com meias palavras mais sim com verdadeiras ações no dia a dia, nas suas comunidades, na sua cidade e porque não pelo seu país! Mais aqueles que criticam na maioria das vezes temem a evolução e na verdade vivem no comodismo de não fazer nada e nunca estão satisfeitos com nada mais também não fazem por onde para mudar a situação. E Incrível como alguns de nos que temos a responsabilidade de ser representantes da cultura Hip Hop, como temos que nos esforçar quase que diariamente para mostrar para aqueles que deveriam ser nossos aliados o quanto somos do bem, que fazemos algo pela nossa comunidade, que os projetos que realizamos são no intuito de um crescimento para todos e não só para nos mesmos. Não agüento mais esse pensamento mesquinho que ninguém pode ganhar dinheiro com o Hip Hop que já e vendido! Que ninguém pode ter um cachê digno que já e mercenário! Que ninguém pode se destacar na mídia que já e traidor! Enquanto houver esse pensamento só vamos regredir e nunca evoluir. Agora só porque o meu parceiro MV Bill e candidato a Senador vão querer arrumar um monte de denúncias infundadas sem provas, vão escrever um monte de calunias, vão aparecer um monte de amigos falsos e vão querer associar um monte de coisas que não existem! Porque será que nessa cultura ninguém pode se destacar?... A inveja e um mal podre que infelizmente consome a nossa cultura. Ninguém pode fazer nada, se destacar um pouco que já e um filho da...! Ao invés das pessoas escreverem matérias incentivando um guerreiro que vai ter que se expor para tentar enobrecer o nosso Senado tão desgastado, não, só sabem criticar! Queremos colocar um legítimo representante que e o Bill, que não tem que provar nada pra ninguém, e mesmo assim aqueles que se dizem aliados ficam desconfiados! Engraçado que a oposição que são os reacionários, “coronéis”, empresários, falsos políticos, corruptos, brancos burgueses safados por enquanto nem estão falando nada! Mais os que deveriam ser aliados já estão querendo atrapalhar ate mesmo antes da hora. MV Bill para Senador! Porque não? Vamos dizer ao contrario! Vamos dizer SIM!

DJ Raffa


Reforma do Estado e Cultura Política

Respeite o Hip Hop

Antropólogo e Cientista Político A crença dominante é a seguinte: para construir um país mais justo, com governos mais eficientes, com menos corrupção e violência, é preciso punir mais e com penas mais longas, o que, por sua vez, deve ser precedido pela promulgação de leis que ampliem os mecanismos de controle sobre a sociedade e o Estado. Quanto a este último, o senso comum diz que é necessário inibir desvios de conduta, impondo regras rígidas para que seus atos se tornem mais compatíveis com o respeito ao interesse público.

Em tese, soa perfeito. Na realidade, não é o que acontece. Tomemos o caso do Estado e da extensa e meticulosa legislação a que se submete o executivo, em todas as esferas –federal, estadual e municipal. Cada nova lei que visa impedir a transgressão provoca, paradoxalmente, a qualificação dos criminosos e a valorização do crime, tornando-o mais atraente. O interesse transgressor não cede ante a nova barreira, mas é levado a sofisticar seus procedimentos e refinar o preparo técnico de seus “operadores”. O cálculo de custo e benefício acaba compensando, porque, se o aumento do risco encarece o crime, o preço cobrado a quem contrata o serviço transgressor também se eleva, tornando o negócio mais lucrativo. Em suma, na medida em que se expande a malha de controle, cresce a disposição de transgredi-la e se aprimora a capacidade de fazê-lo. O tráfico internacional de drogas e o prosaico contrabando, o teatro das licitações e as leis sobre convênios são exemplos conhecidos.

Depois de ter passado os últimos dez anos atuando nas três esferas do executivo, posso dar o testemunho de que o que parece lógico e quase indiscutível, quando se vê de fora, é irracional e destrutivo, visto de dentro. É isso, mais do que as diferenças ideológicas, que explica o choque freqüente dos gestores públicos contra membros do Legislativo, sintonizados com o senso comum das ruas, mas ignorantes das armadilhas do controle normativo (e do aparato institucional que lhe dá suporte e conseqüência). E é por isso que quando as oposições chegam ao governo adotam as soluções que antes criticavam. Não é uma traição a princípios, mas a indispensável adaptação a uma realidade imperiosa, que castra sem piedade a criatividade e a eficiência, produzindo governos abúlicos sem que a corrupção seja sanada. Um exemplo: as diversas modalidades de terceirização. Em teoria, trata-se de um mau caminho. O melhor seria que o Estado funcionasse, valorizasse seus profissionais, garantisse condições adequadas de trabalho e gestão. Mas os governos retrocederiam ou fechariam as portas se tivessem de renunciar aos convênios que terceirizam, quando não privatizam.

Para falar francamente: governar é quase inviável. Ser eficiente, no governo, é inviável, salvo nas áreas em que a sobrevivência nacional abriu picadas para a oxigenação –a Fazenda, o Banco Central e alguns poucos setores, nas distintas esferas. O processo de democratização, gradualmente, com o propósito de prevenir o autoritarismo e de apagar a memória sombria de Leviatã, amarrou o Estado em uma camisa de força. Atire a primeira pedra quem assumir a responsabilidade de governar o país sem medidas provisórias, quem se comprometer a prover os serviços públicos sem recorrer a organizações sociais, Ocips, Ongs ou aos mediadores internacionais. Os críticos da terceirização e da privatização não conhecem a realidade --se assumirem o poder estarão condenados a repetir seus adversários.

A conseqüência desse argumento deve ser o fim de toda a regulamentação e de todo bloqueio normativo? Deve ser a capitulação e a entrega do Estado à voragem privatista? Deve ser o triunfo do laissez-faire, justamente quando o liberalismo anárquico naufraga, tragado pela crise mundial, gerada pela desregulamentação irresponsável? Não. Nada disso. É necessário, em nome da justiça e da democracia, defender o Estado e fortalecê-lo, mas isso não se faz bradando velhos slogans e tapando o sol com a peneira. Para revigorar o Estado, impõe-se transformá-lo, profundamente, liberando-o de amarras artificiais e apostando mais na transparência, na mídia livre, na participação social e nas eleições do que no aparato controlador. Não podemos continuar nessa via: para proteger a honestidade, estamos alimentando a corrupção; para salvaguardar o Estado dos interesses privados, estamos liquidando sua capacidade administrativa.

Agora, o outro lado da moeda: é nesse contexto que devemos entender as dinâmicas em curso na sociedade. O fisco sufoca os empreendedores. O empregado negocia soluções informais com seu patrão, porque precisa trabalhar. O pequeno empresário tem de escolher: dar três empregos informais ou um, formal. As boas instituições são as que convertem vícios privados em virtudes públicas, e não as que, inutilmente, se devotam a corrigir os indivíduos. Como julgar as micro-decisões dos milhões de brasileiros que, na selva dos controles normativos e ante a voracidade da exação fiscal, encarando o desafio que é sobreviver, buscam opções menos onerosas e mais econômicas, sem cometer qualquer crime? Nesse ponto, creio que todos podemos atribuir o verdadeiro significado ao ato de Celso Athayde e MV Bill: negociar, licitamente, os direitos autorais de um de seus livros com uma empresa legalmente instituída (o que ela faria em outras áreas de atuação não se tinha como saber) para que ela represente os autores no contrato com a editora, fazendo com que se tornasse possível recolher impostos como pessoa jurídica, em vez de como pessoa física. Qual o crime?

Extraordinário o cinismo de setores da grande imprensa. A revista Veja, por exemplo, célebre por sua “isenção e objetividade” –aplicadas numa versão muito peculiar de ambas as qualidades--, abriga um colunista que se dedica ao esporte do tiro ao alvo –na semana passada praticou tiro ao negro. Faz um grande sucesso transgredindo algumas regras básicas do jornalismo civilizado. Nada original. A grosseria sempre foi um filão fecundo para a exploração comercial e a difusão de valores anti-democráticos. Sobretudo a grosseria chique, blasé, arrogante, elitista e pseudo-intelectual. O clichê da direita continua vendendo: por que mudar? A idéia não é essa? Vender e desmoralizar os adversários sem direito de defesa? Pois a última rodada de linchamento, promovido pelo arguto escriba com aquele conhecido requinte de sadismo --que se compraz em apontar dedos para sentir-se puro e afirmar-se superior--, atingiu MV Bill e Celso Athayde. Simplesmente, repita-se, porque recorreram a uma empresa para representá-los em um contrato com uma editora. Essa empresa, anos depois, tornar-se-ia objeto de denúncias e investigações. Que responsabilidade poderiam ter, em qualquer eventual ilícito por ela cometido, aqueles que negociaram com ela, honestamente, licitamente?
O mais inacreditável vem agora: sabem quem tem contratos com a tal empresa? A editora Abril, que publica a revista Veja.

Ora, de duas uma: ou todos os que negociaram com a tal empresa tornaram-se automaticamente cúmplices dos ilícitos que ela porventura tenha cometido, e nesse caso a editora Abril é tão culpada quanto os cidadãos que ela acusou; ou ninguém pode ser acusado pelas possíveis faltas cometidas por terceiros, só por ter mantido alguma relação contratual, de forma lícita, com o suposto faltoso. Neste último caso, aqueles que a revista acusou merecem desculpas públicas.

Essa conclusão é tão clara que mesmo o mais parcial e astucioso dos jornalistas teria de admiti-la. E teria a obrigação moral de divulgá-la. Mas falar em moral nesse ambiente envenenado pela ideologia e a manipulação arbitrária não faz mesmo sentido. Nosso debate público anda tão pobre e sujo que mesmo o gesto mais abjeto acaba naturalizado. Ainda bem que existem os políticos para encarnar todo o mal. Se não fosse assim, teríamos de discutir ética pública a sério, sem bodes expiatórios.

Parece claro que a hipótese de Bill vir a ser candidato ao Senado, mesmo sendo fantasiosa, foi suficiente para despertar a cólera desonesta dos que mal conseguem disfarçar o racismo e o ódio –e/ou inveja-- que sentem do sucesso de uma liderança popular legitimamente construída e de enorme potencial mobilizador. A doença paranóica do controle contagia. Use sua desconfiança com moderação.


Luiz Eduardo Soares